sexta-feira, 31 de Julho de 2009

Bobby Robson

Gostava de fazer aqui uma pequena homenagem a uma pessoa de um coração enorme e que hoje perdeu a batalha da vida em favor de uma doença prolongada. Sir Bobby Robson foi das pessoas mais fantásticas que o mundo do futebol, cada vez mais cruel, pôde alguma vez conhecer. Um gentleman dentro e fora de campo, um senhor respeitado em todo o Mundo, uma pessoa boa que criou uma fundação com o seu nome para ajudar crianças. Portugal teve o privilégio de ser seu ponto de passagem, embora nem sempre o tratando bem. Foi despedido no Sporting (único despedimento da carreira), deixando o clube no primeiro lugar, mas ganhando no FC Porto o carinho e o respeito que merecia, tal como títulos, dos quais os treinadores se alimentam no futebol.
Recordo uma entrevista em que não escondeu a mágoa da saída do Sporting, caindo-lhe algumas lágrimas pela sua face...
Para muitos o "pai" de José Mourinho no futebol, será certamente mais recordado pela sua enorme capacidade humanística que falta em muitas personagens dos filmes dos "futebóis"...

Foi um prazer poder crescer vendo futebol com nomes como Bobby Robson. Até sempre!

terça-feira, 14 de Julho de 2009

Estádios III

Regressa a rúbrica "Estádios". Depois de Portugal e Inglaterra, viajamos até Itália, não para o San Siro, não para o Olímpico de Roma nem para o Delle Alpi. O destino é a grande cidade de Napoles, que vive intensamente o seu clube, o SSC Napoli, e que enche frequentemente o San Paolo. Com capacidade para 78 000 pessoas e inaugurado em 1959, é um estádio enorme onde os tiffosi vibram com a sua equipa que tem estado arredada dos tempos áureos vividos debaixo da estrela cintilante Diego Armando Maradona. Passear por Nápoles é mergulhar numa onda de paixão pelo clube e pela devoção a esse grande senhor do futebol que foi Maradona. Depois de tempos conturbados na Série B, eis que o Nápoles parece ressurgir debaixo da batuta de Lavezzi, Quagliarella, Zalayeta e outros.


quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Taça das Confederações e Europeu sub-21

Após o "terminus" dos campeonatos europeus, surgiram a Taça das Confederações e o Europeu de sub-21 na Suécia para nos fazer alimentar daquilo que gostamos, futebol, pois claro.

Na África do Sul, o Brasil foi superior, foi um justo vencedor e mostrou ter em Kaká, Luis Fabiano e Robinho um tridente de muito respeito. Os EUA foram uma surpresa mas também de certa forma uma confirmação, pelos desempenhos muito positivos que tem tido na Gold Cup, apuramento da zona CONCACAF e Copa América. Sem grandes estrelas, mas um conjunto muito equilibrado e muito disciplinado tacticamente. A Espanha foi surpreendida pelos EUA mas mostraram que no Mundial 2010 serão candidatos, pois Del Bosque mostrou poder retirar das estrelas espanholas um bom rendimento. De resto, a Itália foi a desilusão, vivendo quase sempre às custas do talento e génio do meio campo formado por Pirlo e De Rossi. Uma equipa velha, cansada, que perante tal pobre desempenho lançou o debate em Itália da reestruturação do futebol, desde às escolas, economia, estádios a campeonatos profissionais.
De resto, saliência para muitos estádios vazios, relva em más condições e as selecções favoritas mais desgastadas, fruto do cansaço acumulado com mais uma época cheia de jogos.

Na Suécia, depois do primeiro jogo que vi entre Alemanha e Espanha e vi logo que a Alemanha era uma grande candidata. Neuer excelente na baliza (apenas um golo sofrido), defesa muito segura à moda alemã, um meio campo muito bom com Castro e Khedira a apoiarem a grande figura desta competição, Mesut Ozil. Jogador de categoria inegável, muito técnico, de excelente leitura de jogo, rápido...
De resto, gostei de ver Marcus Berg, o goleador da competição, Kacar e Tosic, jogadores sérvios de qualidade e não gostei dos tiques de vedetismo de Balotelli bem como da desilusão Espanha que com nomes como Capel, Bojan, Raul Garcia entre outros se esperava algo mais.

quinta-feira, 25 de Junho de 2009

Debate


Sei que isto já foi debatido por tudo quanto é sítio, mas gostaria de lançar aqui a questão: o valor pago pelo Cristiano Ronaldo pelo Real Madrid é justo? Ou será exagerado? Gostava de saber a vossa opinião.

sexta-feira, 29 de Maio de 2009

Estádios II




Logicamente, este teria de ser o segundo estádio desta rúbrica. Anfield Road, casa do histórico Liverpool, palco de centenárias jornadas gloriosas dos "reds", continua resistindo à tecnologia e à inovação dos tempos que correm, embora o New Anfield esteja projectado e a ser construído para substituir o velhinho estádio. Construído em 1884, Anfield Road conta com uma lotação de cerca de 45500 espectadores que, quando enchem este estádio, levam autenticamente a equipa para grandes jogos, infernizando as partidas aos adversários. É uma relação de amor e paixão entre adeptos e equipa, tornando o Liverpool seguramente num caso único no futebol mundial, ainda para mais embelezado com o famoso cântico "You'll never walk alone", iniciado desde a famosa bancada "The Kop", bancada atrás de uma das balizas onde se conta que nunca terá entrado nessa zona uma única mulher. Tal como está numa inscrição à entrada do estádio, "This is Anfield"...

Seguramente, uma experiência de vida!

quarta-feira, 27 de Maio de 2009

Wolfsburg

Temos campeão na Alemanha! Pela primeira vez, o Wolfsburg, clube fundado por trabalhadores da Wolkswagen, atinge o topo na Bundesliga. Para tal contou com uma ajuda enorme e sábia de uma "velha raposa" do futebol germânico, Felix Magath, para fazer de uma equipa sem grandes nomes sonantes (apesar do investimento relativamente forte já efectuado na equipa e no seu estádio. Vi esta equipa jogar no ínicio do campeonato, vi jogar na Uefa e vi jogar na última partida de decisão. Nos três casos, patamares diferentes: diante do modesto Frankfurt, isto em Setembro, apresentava um futebol lento e previsível, na Uefa em Dezembro uma equipa mais madura diante do Braga e por fim, diante do Bremen, uma equipa nada nervosa perante importância do jogo, revelando uma velocidade, segurança de posse de bola e poder ofensivo realmente impressionantes. Com Benaglio muito bem entre os postes, o maior problema parece residir na defesa, embora Barzagli vá chegando para as encomendas. Nas alas, Riether e Schaffer revelam um grande cariz ofensivo mas dão muitos espaços a defender. Josué e Gentner são jogadores muito interessantes. O brasileiro lê muito bem o jogo, ocupa bem os espaços enquanto que o germânico actua descaído na esquerda e flanqueia muito bem o jogo. Misimovic é um bósnio vagabundo no meio campo, bom de técnica, apoiando as duas torres Dzeko e Grafite. Dzeko é finalizador, embora algo trapalhão com a bola. Grafite é jogador: tem técnica, velocidade, bastante presença física na área e abre espaços para Dzeko.
Em suma, equipa interessante embora na próxima época tenha um teste de fogo: a Champions. E esta equipa não me parece claramente com poder para aguentar a Bundesliga e a Champions. Talvez os 50 milhões de euros prometidos a Armin Veh, novo treinador, para reforço da equipa ajudem...

PS: Acquafresca é um avançado muito muito interessante do Cagliari, emprestado pelo Inter.

Último nota: Ciao Paolo Maldini, um dos símbolos do futebol tal e qual como o conheci despede-se. É a lei da vida no futebol.

sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Estádios



Inicio aqui uma nova rúbrica, a dos estádios de futebol, os palcos onde se praticam espectáculos, a arena onde os gladiadores da bola lutam entre si pela posse da mesma.
E inicio a rúbrica com o Estádio da Luz, pois claro...

O maior estádio de Portugal, propriedade do clube mais titulado de sempre de Portugal, o Benfica, é um estádio que comporta 65 000 espectadores. Construído para o Euro 2004, recebeu aquele que foi o jogo mais amargo de sempre para a selecção de futebol de Portugal, a final diante da Grécia em 2004. Neste estádio o Benfica ainda não viveu muitas alegrias mas esperemos que caminhe para elas, pois cheio, este estádio, é um verdadeiro inferno para os adversários.

segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Apontamento - Vol. IV



De facto, também se fazem bons golos por cá! Apesar de não ter chegado, Olberdam fez um enorme golo!

Assim, também o fez Hugo Leal contra o Porto!!





Demorou toda uma época, mas Urreta finalmente demonstrou o seu valor!



Por muito que me custe, grande golo de Iniesta...!

sábado, 9 de Maio de 2009

Meias Finais das Competições Europeias

Manchester United- Barcelona e Bremen-Shakhtar serão os jogos que vão ditar a coroação dos novo "rei" e "príncipe" do futebol europeu. Serão dois jogos que prometem espectáculo.

Do lado da Champions, o Man Utd confirmou o estatuto que ostenta, o de campeão mundial e europeu de futebol. Equipa mais consistente, mais forte, mais experiente e mais bem organizada face a um Arsenal com muitas ausências, e nunca contrariando o poderio e favoritismo dos red devils. Ronaldo e Rooney muito bem, Anderson, Carrick e Fletcher a preencherem o meio campo, anulando a critividade de Fabregas e Ferdinand e Vidic a anularem facilmente Van Persie e Adebayor. Foi, portanto, relativamente fácil a eliminatória.

Em Stamford Bridge, confirmaram-se os meus piores receios: um golo cedo para os homens da casa. História do jogo: posse de bola para o Barcelona, como havia sido em Camp Nou, Chelsea inteligente tacticamente e a procurar a força de Drogba no ataque. Com a expulsão de Abidal, o Chelsea arrisca um pouco mas não o suficiente para "matar" o jogo. Resultado: contínua posse de bola visitante que acaba em golo, fortuito no único remate à baliza de Cech diga-se, mas que premeia a coragem do Barcelona de ter acreditado que as vitórias podem pender para quem as procura. A eliminação do Chelsea castiga o excessivo rigor táctico de Hiddink nos dois jogos e a falta dew audácia em explorar uma defesa que não contava com Puyol e Marquez. Excelente Xavi, bem Daniel Alves e Essien, péssimo Tom Henning Ovrebo, que num jogo dificil de dirigir (é preciso reconhecê-lo)penalizou bastante os blues.

Na UEFA, jogo medíocre entre ucranianos. De um lado um Shakhtar muito latino na posse de bola, com Jadson, Fernandinho, Ilsinho e William a assumir a condução do jogo, a ausência de um atador na área e dois centrais e guarda redes débeis. O Din.Kiev mais pragmático e conservador, ao bom estilo da escola soviética. Pesou o facto dos brasileiros do Shakhtar desconcertarem a defesa do Dínamo também ela muito fraquinha.

Em Hamburgo, bom jogo de futebol. Um Werder Bremen ofensivo como se pedia, Diego e Pizarro fantásticos, Ozil e Frings muito bem na cobertura, perante um Hamburgo que apostava tudo na velocidade de Olic e Petric. Ganhou a melhor equipa que, contudo, vê-se castrada do seu melhor jogador para a final, Diego. É uma pena para o futebol.

As apostas são muito dificeis mas arrisco um Manchester United - Bremen na próxima Supertaça Europeia...

sábado, 25 de Abril de 2009

Jogadores a ter em conta...

Já tenho andado para aqui escrever sobre jogadores que tenho visto ultimamente e dos quais gostei muito...

Mauro Zarate- avançado que comecei a vê-lo jogar no Velez Sarsfield na Copa Libertadores. Era para mim uma enorme promessa, muito talentoso, veloz, grande sentido de oportunidade. Hoje é a figura da Lazio.

Ninkovic- Médio do Dinamo de Kiev, jogando preferencialmente mais encostado à esquerda. Jogador de muita habilidade e inteligência, sabendo fechar bem o lado esquerdo a defender e muito bom a atacar e no passe. Uma surpresa.

Asamoah Gyan- Descoberto no modesto Bellinzona da Suiça, é um jogador de uma capacidade física e técnica tremenda. Actua no meio campo na Udinese mas tem um poder de arranque, controlo de bola, remate, velocidade absolutamente impressionantes. Um diamante ganês a ser trabalhado numa melhor escola.

terça-feira, 31 de Março de 2009

Lendas do Futebol Moderno IV


Paolo Maldini


Um caso raro de longevidade. Hoje em dia, com 40 anos, Maldini é ainda titular do A.C.Milan, o seu clube de sempre. Caso raro de longevidade e lealdade, portanto.


Durante a sua longa e brilhante carreira, Maldini desempenhou com igual mestria as posições de defesa central e de lateral esquerdo, aliando uma técnica superior a uma capacidade de desarme e de marcação fora do comum. Jogador de fino recorte técnico, venceu por 7 vezes o Scudetto, por 5 vezes a Liga dos Campeões, assim como todos os outros troféus chamados menores, tanto a nível interno como europeu. Pela selecção foi finalista vencido no Euro 2000, em que a Itália perdeu frente à França, e perdeu a oportunidade de ser Campeão do Mundo em 2006, já que declinou o convite de representar a selecção, depois de se ter retirado em 2002.


Fez parte da mítica equipa do Milan dos anos 90, que reunia monstros do futebol como Van Basten, Franco Baresi, Sebastiano Rossi, Mauro Tassotti, Roberto Donadoni, Dejan Savicevic, entre tantos outros.


Uma verdadeira lenda!

sábado, 28 de Março de 2009

Um olhar geral sobre o futebol europeu...

Este fim de semana os campeonatos param para dar lugar ao futebol das selecções( diga-se jogos importantes de qualificação a prova raínha do desporto rei mundial preparados em tão pouco tempo). Com este interregno, clubes descansam uns dias e preparam afincadamente o ataque à recta final desta época.

Por cá, o FC Porto está numa posição muito confortável e, diga-se, com todo o mérito. Lidera, caminha a passos largos para mais uma "dobradinha" e está ainda em prova na Champions. Os rivais de Lisboa, esses, não conseguem fazer frente. É pena.

Aqui ao lado, em Espanha, assiste-se a um Barcelona imperial e seguro, muito ofensivo, de processos simples mas bastante eficazes. Tal como cá, os clubes da capital espanhola não lhe fazem frente: o Atlético há muito que deixou imagem de não ter fôlego para estas andanças e o Real discute milhões, jogadores e presidentes, deixando na Champions diante do Liverpool uma incapacidade gritante para um clube com tão grande historial.

Em Itália, depois do desastre na Champions frente às equipas inglesas, os grandes clubes olham para as competições internas. Um Inter de consumo interno, uma Roma e Juventus que não conseguem convencer e um Milan sufocado pelas lesões das estrelas são os registos de um Calcio que merece cada vez mais uma verdadeira meditação sobre a perda de poder de fogo para competir com as outras equipas europeias. Apenas resiste a Udinese, depois de eliminar o Zenit detentor dos troféus da UEFA e Supertaça Europeia.

Em Inglaterra, a luta é a dois. Sou suspeito, é verdade, mas considero este Liverpool a equipa mais forte da actualidade. Um jogo ofensivo de um calibre fantástico, processos deliciosos de se verem para um amante do futebol e uma grande coesão defensiva fazem desta equipa um verdadeiro gigante. A verdade é esta: o campeonato até pode ser ganho pelo Man Utd e a Champions ir parar a outra galeria de troféus( o caminho é espinhoso, Chelsea, Barcelona...) mas não deixa de ser a equipa que actualmente tem mais força e qualidade. Há muito campeonato e o Chelsea também já estará arredado do titulo. Começarão os "mind games" de Ferguson e Benitez...

De resto, uma atenção especial para França e Alemanha: Lyon, Marselha, Bordéus, PSG, Lille e Toulouse separados por quatro pontos, Hertha, Bayern, Hamburgo e Wolfsburgo, todos separados por um ponto...ao rubro!

E por fim, saliência para mais um campeonato para o Olympiakos e na Holanda o AZ Alkmaar está muito perto de voltar a ganhar um titulo, volvidos cerca de 20 anos.

segunda-feira, 23 de Março de 2009

Apontamento - Vol. III




Na semana seguinte, Mascara faz isto... Será que se vai tornar hábito? Se sim, a malta agradece!! :D

quinta-feira, 19 de Março de 2009

VERGONHA!!!

É nestas pequenas coisas que mostramos e abrimos ainda mais a fenda que existe entre os clubes ditos "grandes" e os clubes ditos "pequenos"... Eu sei que disse que queria usar este blog para expôr o futebol no seu estado puro, esquecendo todos os factores que o rodeiam... Mas há coisas que me deixam fora de mim, e se a situação se passasse com algum dos clubes ditos "grandes" seria outra "Revolução dos Cravos"!!
É UMA VERGONHA, NENHUMA CAPA DE NENHUM JORNAL DESPORTIVO TER COMO TEMA PRINCIPAL A (PRATICAMENTE) CERTA PASSAGEM DO BRAGA AOS QUARTOS-DE-FINAL DA TAÇA UEFA!!! Em todos, surge um pequeno "avisosinho" na parte lateral da capa, dizendo a hora do jogo e mais nada de especial... Não há uma empolgância de todo um país, apoiando TODAS as equipas portuguesas nas competições europeias! Afinal de contas, "Ah, nas competições europeias, somos todos portugueses, não há clubismos!" (Da minha parte, afirmo que não o sou, quando se trata do FC Porto, desde que adeptos dessa equipa foram apoiar, no aeroporto, a equipa da Lazio que vinha defrontar o Benfica para uma Pré-Eliminatória da Liga dos Campeões); pois, mas só devemos ser "todos" portugueses quando se trata de Porto, Sporting e Benfica!!
Vejam por vocês mesmos este "patriotismo clubístico"!!!!


FORÇA BRAGA!!!! EU, ESTOU COM VOCÊS!!!

quarta-feira, 11 de Março de 2009

Apontamento - Vol. II

Golo de Mascara no Palermo X Catania! É raro, mas acontece! Sem palavras...

segunda-feira, 9 de Março de 2009

Liga Vitalis

A crise aperta, as finanças dos clubes da Liga Sagres não são as melhores e no entanto chegam do estrangeiro inúmeros jogadores, muitas vezes desconhecidos dos próprios dirigentes dos clubes, que aterram em Portugal e pouco ou nada jogam. Observo aos domingos de manhã alguns jogos da Liga Vitalis e há muitos jogadores interessantes que poderiam actuar na Liga Sagres. Estes são alguns que de facto me chamam bastante a atenção...

Nuno Santos, Santa Clara, médio esquerdo
Diego Gaúcho, Gil Vicente, defesa central
Mamadou Tall, U.Leiria, defesa central
Hélder Castro, Feirense, médio centro
Marco Cláudio, Varzim, médio centro
André, Varzim, médio centro
André Cunha, Vizela, médio centro
Javier Cohene, Olhanense, Defesa central

E para mim, o que mais me tem surpreendido a par de Nuno Santos é Ukra, do Olhanense, emprestado pelo FC Porto, médio esquerdo, que tem uma grande velocidade e uma enorme capacidade técnica e de drible. Atenção neste...

sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009

Apontamento...

Não sei o que se passa, mas ultimamente têm-se marcado bons golos... Que valem a pena serem destacados...

http://www.youtube.com/watch?v=DlcU5lnNeUI - Este custa-me admitir, mas é excelente...;

http://www.youtube.com/watch?v=o47poS33daw - Na fantástica campanha do Braga na UEFA... Rentería, sublime...;

http://www.youtube.com/watch?v=M7s7yDRoLfo - Juninho, do outro mundo...;

e ficaram outros por destacar, como o golo de Zé Manel, no jogo Naval VS Leixões, numa bela cabeçada!

sábado, 21 de Fevereiro de 2009

Digam o que disserem, eu adoro este gajo...


Marco Materazzi

terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009

Momento fantástico de futebol, ou não seria Inzaghi...

Pena ter sido anulado... Teria sido um golo fantástico!!

quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

Até Sempre Miki


Apesar de alguns dias atrasado, quero fazer aqui uma sentida homenagem a Miki Fehér. Nascido em 1974, o jogador húngaro caiu fulminado por um ataque cardáico no dia 25/01/2004, com 24 anos, portanto em pleno relvado do Estádio D. Afonso Henriques, durante um V. Guimarães - Benfica, que os encarnados venceram por 1-0. Quem viu o jogo em directo, como foi o meu caso, jamais poderá esquecer esse momento, assim como os momentos angustiantes que se seguiram...foi algo que me marcou, nunca tinha visto ninguém morrer "em directo". Nunca mais irei esquecer esse dia.


Fehér pode não ter sido o melhor jogador da história do Benfica, longe disso, mas faleceu envergando o manto sagrado, a dar tudo pelo Benfica (tinha feito uma assistência em esforço minutos antes para o golo de Fernando Aguiar), e por isso merece ser recordado por todos os adeptos, não só benfiquistas, mas do mundo inteiro.


Por isso, 5 anos depois, faço questão de dizer que Miki Fehér estará para sempre no nosso pensamento e nos nossos corações.


Mindorökke Miki

segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Liedson na Selecção

Porque não?! Eu sou a favor de Liedson na Selecção, por vários motivos. Quero primeiro ressalvar, que não sou a favor de brasileiros, ou estrangeiros, na selecção (brasileiros são estrangeiros, claro). E já basta os que nós lá temos, que, todavia, são jogadores de classe mundial. Não sou é a favor que se generalize este fenómenos, como por exemplo seleccionar o Paulo Assunção, os irmãos Possebon, ou o guarda redes Bruno do Flamengo, que já manifestaram interesse em representar as cores lusas.

Em primeiro lugar, porque é uma posição na qual temos uma enorme carência de activos. A meu ver, hoje em dia, a única opção válida é o Nuno Gomes, goste-se, ou não, dele. Depois temos o Postiga, que, apesar de eu pessoalmente simpatizar com ele, é um jogador que pouco ou nada acresecenta, e temos o Hugo Almeida, que se tivesse ramos confundia-o com um sobreiro.
De assinalar que só se deve naturalizar em último caso, ou seja, quando temos uma carência a nível de posição. Não o tínhamos em relação ao Pepe, mas pronto...o Pepe é o Pepe (e canta o hino e tudo, algo que gajos como o Quaresma não fazem).

Em segundo lugar, o homem é óptimo jogador. Diga-se que a jogar pelo Sporting, é um jogador que me irrita profundamente (porque é bom e marca golos ao Benfica), mas sinceramente não me importava nada de o ver jogar por Portugal.

Em terceiro lugar, quantas selecções têm jogadores estrangeiros nos respectivos plantéis? Vou só dar alguns exemplos. A Espanha tem o Marcos Senna e há uns anos tinha o Donato (ambos brasileiros), sem esquecer que já teve o Christiansen (dinamarquês...sim, isso mesmo!), o Di Stéfano (argentino) e...o Puskas (húngaro)!!! Por sua vez, a Bélgica já teve bons avançados, como Branko Strupar (croata), ou Josip Weber (bósnio, se não me engano). A Itália tem Camoranesi (argentino). A Alemanha tem Lukas Podolski e Miroslav Klose (polacos), Asamoah (ganês, pasme-se!), Jermaine Jones (americano) e Kuranyi (que tem tantas nacionalidades que ele ainda a esta altura não deve perceber bem qual terá). Da França é melhor nem falar, não é? Se lá encontrarmos um jogador nascido em França já é uma sorte.

Como vimos, há de tudo um pouco por essa Europa fora (só citei alguns exemplos de memória). Mas nós só temos brasileiros, que, por acaso, mas só por acaso, até falam a mesma língua que nós. Daqueles que vos citei, algum fala a língua da selecção onde joga, ou jogou (sem contar com o Di Stefano e o Podolski e o Klose, que foram para a Alemanha ainda crianças)?

E não me venham com bestialidades a dizer que se o Liedson jogar na Selecção e marcar golos, não os vão festejar... Não me digam que não festejaram o golo do Pepe contra a Turquia no Euro 2008....ou o golo do Deco contra a Rep. Checa no mesmo certame...Tenham bom senso...

Por isso, Liedson na Selecção...já!!!

domingo, 11 de Janeiro de 2009

Frank Sinclair is the man!



Para dar uma boa gargalhada...vale a pena ver!!

Os Jogos da Minha Vida (1º Lugar) / Portugal - Inglaterra 2-2 (6-5 pen.) (Euro 2004)



O JOGO DA MINHA VIDA!

Este foi o jogo mais épico da história do futebol português, na minha opinião, por várias razões. Em primeiro lugar, porque disputávamos o Campeonato da Europa no nosso país. Em segundo lugar, porque se tratavam de uns quartos de final, ou seja, um jogo a eliminar, e logo contra os nossos velhos conhecidos ingleses. Em terceiro lugar, por causa de toda a envolvência do jogo, e das suas ocorrências.

Lembro-me perfeitamente desse dia. Tal como já era hábito, fomos para o Parque das Nações ver o jogo...que era só às 19:45, mas lá para as 14h já lá estávamos, como sempre!

Apito inicial, o jogo começa. Logo aos 3 minutos, bola bombeada pela defesa inglesa, como é seu apanágio, erro de Costinha, que cabeceia a bola para trás, e, sem querer, isola Michael Owen, que, perante um desamparado Ricardo, faz o 0-1. Começávamos mal, mas logo deu para perceber que o jogo não iria acabar assim. Aos 15 minutos, Jorge Andrade faz um favor a todos os portugueses, e lesiona o mais perigoso jogador inglês, Wayne Rooney, que abandona de imediato o relvado. A partir daí, Portugal dominou o jogo, criava algumas oportunidades, mas não conseguia marcar. Ao contrário do jogo do Euro 2000, em que Portugal, mesmo estando a perder, dava um banho de bola aos ingleses, isso não acontecia aqui. Apesar de estar a dominar, Portugal evidenciava uma clara lentidão de processos, e o relógio parecia que andava mais depressa... Até que, aos 81 minutos, numa jogada de insistência do lado esquerdo do ataque português, Simão cruza para Postiga, que, com uma golpada de cabeça, empata a a contenda!! Delírio total! A partir daqui começa o espectáculo. Os nervos adensam-se. A pulsação dispara. O jogo inicia um "tu cá tu lá", querendo ambas as equipas evitar o prolongamento, e, assim, mais 30 minutos de futebol intenso nas pernas. Mas o empate persiste, e vai ser jogada mais meia hora.

Logo no início do prolongamento, nota-se uma grande avalanche ofensiva por parte de Portugal, que queria resolver o jogo perante os seus adeptos (apesar de, nessa noite, no Estádio da Luz, estarem mais ingleses que portugueses). Os jogadores jogavam com grande alma, com grande vontade, e com, isso, contagiavam o público. Até que, a meio da primeira parte do prolongamento, o mágico Rui Costa, que havia iniciado o jogo como suplente, faz uma arrancada fenomenal desde o meio campo, passa em corrida por vários ingleses, e, de fora da área, fuzila David James, embatendo a bola na trave antes de beijar as redes do adversário. QUE GOLAÇO!!! Veio tudo abaixo...eram saltos, gritos...tudo!!

Todavia, o destino veio a pregar-nos uma partida. Não obstante todo o domínio português, a Inglaterra empatou, através de um pontapé de canto (os cantos...sempre os cantos!!). A bola é disputada na área portuguesa, após o canto, não conseguindo a defesa aliviar a bola, e Lampard aproveitou para empatar o jogo. 2-2, siga para os penalties.

E pronto...nos penalties já se sabe como é. Lembro-me que eu e o Pedro estivémos o tempo todo com os braços nos ombros um do outro, a apertar com força, tal eram os nervos, mas não me perguntem muitos pormenores sobre esse período, porque sinceramente a minha clarividência nesse momento era quase nula.

Primeiro penalty para Beckham. Beckham corre para a bola, e...3º anel com ela!!! É o delírio! De seguida Deco...GOLO! Owen marca para a Inglaterra. Vem Simão e...GOLO! Limpinho, como sempre. Lampard também marca o seu. Até que vem Rui Costa, o herói do jogo até esse momento...parte para a bola e atira por cima!! Mãos à cabeça! Ninguém quer acreditar...Rui Costa falha um penalty no seu estádio...Está inconsolável...mas o jogo ainda não acabou! No entanto, John Terry marca o seu. Vai de seguida Ronaldo...GOLO! De seguida, Hargreaves não dá hipóteses a Ricardo. O próximo penalty é de Postiga...e aqui aposto que muitos portugueses tiveram inícios de ataque cardíaco, incluindo eu. Postiga parte para a bola e marca à Panenka, ou seja, pica a bola para esta sair num balão, e entrar tranquilamente enquanto o guarda redes se atirou para um dos lados. Só que neste caso, o Postiga bateu mal na bola, e ela não fez um balão, foi sim quase rasteira, aos saltinhos, até entrar muito tranquilamente na baliza de James, que já se havia atirado para um dos lados...ai ai Postiga! É destes momentos de loucura e irresponsabilidade que se faz magia do futebol! É a vez da Inglaterra, e Ashley Cole não falha. Vem Maniche...GOLO. Tiraço lá para dentro.

Até que chega o momento do jogo. Vassell desloca-se para o local da marcação da grande penalidade...Ricardo tem uma epifania e tira as luvas...no seu olhar nota-se um brilho de loucura, de genialidade, de algo fantástico que está prestes a acontecer! Estes momentos acontecem uma vez na carreira (ou dois, já que dois anos depois defendeu 3 penalties contra a mesma Inglaterra) e Ricardo sabia-o. Vassell parte para a bola...e AGARRA RICARDO!!!! Sem luvas!!! Lindo!!! O estádio vem abaixo! O país vem abaixo. Lembro-me que me saltam lágrimas dos olhos, abraço o Pedro com força e gritamos "É AGORA É AGORA!!"

Só falta marcar! Vem Nuno Valente para a grande área...mas Ricardo pede para ser ele a marcar o penalty! O guarda redes! Ricardo parte para a bola e...... GOOOOOOOOOOOOOOOLOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO! PORTUGAL ESTÁ NAS MEIAS FINAIS!!! Eu choro de alegria, assim como a grande maioria das pessoas que lá estavam nesse dia, assim com no Estádio da Luz, e um pouco por todo o país. Os jogadores abraçam-se no relvado, Eusébio e Scolari choram que nem meninos...Lindo lindo lindo!

Guardo esse dia como uma grande recordação, não só por causa do jogo, mas por causa de toda a envolvência da competição que se disputou no nosso país. Digo com toda a certeza que foi um dos períodos mais felizes da minha vida, não só por isto, mas também por motivos extra-futebol. Foi uma época mágica!

Como brinde, deixo-vos aqui um vídeo do jogo (e de outros de Portugal neste Euro), com os comentários dessa lenda que era o Jorge Perestrelo. Para recordar e sorrir.

terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

O Futebol é Isto



Porque o futebol é isto: paixão, loucura, insanidade, amor!
Dennis Bergkamp marac o golo da vitória da Holanda frente à Argentina (2-1), no último minuto dos quartos de final do Mundial 1998. A reacção do comentador é fantástica...até dá inveja!

Grandes Golos - Actualidade

Inicio aqui uma nova rubrica em que vou focar bons golos, boas jogadas... Apenas isso, não se trata de nenhum tipo de classificação, de atribuir primeiros ou segundos lugares a golos... Apenas coloco aqui os que vi, e me impressionaram... Bons momentos de futebol... E elogiá-los!!



Robben... Um holandês fora do normal...

domingo, 4 de Janeiro de 2009

O Maior de Sempre



Deixo-vos aqui o vídeo do melhor golo de sempre da história do futebol, marcado pelo melhor jogador de sempre da história do futebol. Diego Armando Maradona. Neste jogo do Mundial do México, em 1986, jogavam-se os quartos de final, onde se defrontavam Argentina e Inglaterra (2-1), o mesmo jogo onde Maradona marcou o célebre golo da "mão de Deus".
Prestem atenção ao comentador argentino...é a paixão do futebol no seu estado mais puro. É por estas coisas que eu respiro futebol.

sábado, 27 de Dezembro de 2008

Boxing Day

Dia 26 de Dezembro é sinónimo de futebol em terras de Sua Majestade. Logo, sinal de famílias a encherem estádios, sinal de bons espectáculos de futebol, sinal de emoção. Passei a tarde diante da televisão, a constatar isto mesmo. Ainda para mais, com o campeonato inglês ao rubro.

A jornada começou com um embate entre o campeão do Mundo e o modesto Stoke City, que antes já batera o pé ao líder Liverpool e ao Arsenal. Vi um Manchester United sem imaginação e lento, fruto talvez de algum desgaste com a competição realizada no Japão. Quanto aos "potters", defenderam-se bem, criando linhas rígidas defensivas num 4-4-2 e jogando em lançamentos longos para a velocidade de Cresswell e de Fuller, avançados pouco dotados tecnicamente mas de uma entrega ao jogo impressionantes. O jogo acabou por ser decidido num lance desnecessário de Wilkinson, entrada por trás sobre Ronaldo para segundo amarelo e assim os "red devils" puderam encostar o adversário tendo acabado por marcar por Tevez e controlado o jogo até ao seu fim. Nota para Tony Pulis, treinador dos "potters" que com menos um jogador não abdicou dos dois avançados mas provou ser muito conservador ao ponto de fazer duas substituições nos descontos da partida, numa altura tardia do jogo visto que o Stoke City tinha dado o "estoiro físico".

Sempre que pude, um zapping para o Chelsea-WBA. Foi um jogo fácil para os "blues" e que mostrou que não é por acaso que o WBA é lanterna vermelha. Confesso que já vi alguns jogos desta equipa e que Carson e Greening são um oásis no meio do deserto desta equipa.

Em Anfield Road, o Liverpool jogava a liderança, sabendo de antemão que perderia essa condição caso não vencesse a partida frente ao Bolton. Os dados da primeira parte são dignos da vontade que os "reds" mostraram em ganhar o jogo: 10 cantos contra nenhum do Bolton, 70% de posse de bola a seu favor e um golo de Riera. Elucidativo. Muita segurança na posse de bola, muita velocidade incutida no seu jogo, pressão alta, fruto da colocação de Gerrard e Xabi Alonso lado a lado no meio campo. A segunda parte mostrou um Bolton a querer mudar a estatística do jogo, embora dois golos de Keane no início da segunda metade da partida confirmaram o bom jogo dos "reds" e destruíram a equipa do Bolton que pouco ou nada mostrou até ao final do jogo, a não ser Jaskkelainen que impediu que os números fossem maiores.

Por fim provavelmente o jogo de cartaz desta jornada. Aston Villa e Arsenal lutavam entre si para ver que conseguia acompanhar o comboio da frente. A primeira parte do Aston Villa foi demolidora: bolas no poste, na trave, Almunia a defender o que podia e quando não estava lá ele estava Sagna a salvar em cima da linha de golo. A ideia que dava era a que os "gunners" queriam o intervalo o mais rapidamente possível. Caiu do céu o golo de Denilson, fruto de um erro do "adaptado" defesa direito Reo Coker. A segunda parte trouxe mais golos. Diaby aumentou para o Arsenal e o Aston Villa, equipa muito batalhadora e de um enorme coração conseguiu ainda empatar, amenizando assim a injustiça do resultado mediante uma primeira parte de sonho da equipa da casa. Quanto ao Arsenal, é uma equipa que mostrou ser boa de bola mas muito ingénua nas suas acções. O golo sofrido no fim é fruto disso mesmo: cruzamento largo sem ninguém por perto, uma acção de um avançado contrário sem oposição e um remate numa zona em que o bloco do meio campo defensivo deveria estar a ocupar. Falta experiência aos "Wenger babies".

Já hoje, dia 27, jogou-se o "Old Firm". O jogo foi aquilo mesmo que esperava: mal jogado mas muito disputado. O Rangers joga de uma forma muito previsível, sem alas que criem desequilíbrios, com Pedro Mendes mais junto da defesa a tentar a sua longa colocação de bolas e com Barry Ferguson junto dos irrequietos Boyd e Kenny Miller, mas estes sem a facilidade de remate dos grandes avançados. Por sua vez, o Celtic agradeceu o facto de não serem feitos desequilíbrios no centro da sua defesa, onde Caldwell e McManus são gigantes mas muito lentos. Possuem um bom meio campo de combate, com Brown, Hartley e Robson, mas que não possuem a criatividade necessária para jogadas de pé para pé. Assim sendo, as combinações ofensivas passavam sobretudo por lançamentos longos, ou à procura da velocidade de Mc Donald ou à procura da cabeça do "tanque" Samaras que desmarcava e criava linhas de ruptura defensiva no Rangers para Mc Donald. Foi assim que surgiu o golo que decidiu o clássico escocês. Mas o que me fica destas duas equipas é a sua pobreza de futebol jogado mas a grande alma que entregam ao jogo. Contudo, nas competições europeis este seu jogo não vinga e isso está provado no facto de Celtic e Rangers estarem de fora da segunda fase da Champions e UEFA.

Domingo há para ver o Fulham-Chelsea, Newcastle-Liverpool e Arsenal-Portsmouth, sendo que o Manchester United recebe o "Boro" na segunda feira.

segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008

A quente...

E pronto. Tal como eu previa, assim foi, o jogo acabou 0-0. Estou plena e justificadamente irritado, devido às seguintes razões:

1 - É incrível e inadmissível a falta de atitude e de garra do Benfica! Só quando o jogador do Nacional foi expulso é que começaram a acreditar que seria possível chegar à vitória. O que é totalmente desprovido de sentido, pois o Benfica é o Benfica e o Nacional é o Nacional, ou seja, cada macaco no seu galho. O Benfica, como equipa superior que é, devia, desde o minuto inicial, lutar pela bola como se disso dependesse a própria vida. Ao invés disso, revelam uma passividade incrível, aliada a uma crença de que, mais cedo ou mais tarde, a bola acabará por entrar. Só acordam quando é tarde demais.

2 - Como todas as pessoas, eu tenho o direito de mudar de opinião em relação a qualquer coisa. E ultimamente tenho mudado bastante de opinião em relação ao Cardozo. O homem não se mexe, não luta por uma bola, quando a tem parece um tronco, é limitadíssimo tecnicamente, praticamente só tem o pé esquerdo. Uma autêntica nulidade.

3 - Eu gosto do Quique Flores, acho que é o treinador certo para o Benfica. No entanto, por vezes tem umas decisões que não se compreendem. Se calhar sou eu, por não ser técnico de futebol, que não sei as coisas, mas fico com a impressão que ele escolhe quase sempre a opção errada. Não é por jogar com muitos avançados que uma equipa ataca mais. O futebol é um jogo estruturado, em que importa levar a bola da defesa para o ataque de forma sustentada e apoiada, e para isso é preciso um homem no meio campo que sirva de âncora, que seja um elo de ligação que una as diferentes partes da equipa. Esse homem de certeza que não pode ser o Katsouranis, e muito menos o Yebda. Esse homem, neste jogo, seria o Aimar. Não estando limitado fisicamente, não sei porque não jogou, acho simplesmente incompreensível. E é isto que me mete medo em Quique Flores, os resquício "Koemanianos" que às vezes lhe detecto.

4 - Há, por vezes, pormenores que caracterizam um jogador ou uma equipa, pormenores esses que se revelam na atitude dos jogadores. Bem sei que, normalmente, e por uma razão de lógica posicional, são os laterais que executam os lançamentos laterais. No entanto, quando o tempo escasseia e o resultado não nos é favorável, porque carga de água é que o jogador do Benfica que está mais perto da bola não marca o lançamento e espera pelo lateral para o efectuar, quando, se fosse ele, criaria uma situação de superioridade numérica que poderia resultar numa situação de golo?! Não percebo, juro que não percebo. No ano passado, num dos muitos jogos em que o Benfica perdeu pontos em casa, reparei que o Rui Costa, sempre que estava perto da bola, efectuava os lançamentos. São estas pequenas coisas que definem um jogador.

5 - Peço desculpa pelo post longo, se tiverem lido tudo até aqui aproveitem e leiam até ao fim. Com esta atitude não vamos lá. Lamento dizer, mas a continuar assim, não vamos ser campeões, por mais que me custe dizê-lo. Por mais que os jogadores do Benfica digam que têm garra e que lutam até ao fim, as palavras têm que se materializar em actos, e isso, pura e simplesmente, não acontece. Nem sequer vou falar do árbitro - que errou! - porque se tivéssemos marcado antes do golo anulado - que foi já no período de descontos - tínhamos ganho o jogo sem sobressaltos. É por estas e por outras que fica aqui dito que já não vejo mais jogos do Benfica esta época. Sou uma pessoa que me dou ao respeito a mim mesmo, e que não volto a perder tempo com "profissionais" que não honram a camisola e que não dignificam os adeptos. Se eu, como advogado, não fizer o meu trabalho como deve ser, de certeza que o meu cliente também perderá a paciência comigo. Tenho dito.

Intervalo do Benfica-Nacional

Estamos no intervalo do jogo Benfica-Nacional, e, arriscando um exercício de futurologia, prevejo que o resultado fique como está, ou seja, 0-0. Não se percebe este Benfica. Quando deveria estar motivado para se distanciar dos mais directos adversários na luta pelo título, vê-se um grupo de jogadores amorfos, sem ambição, à espera que as camisolas vençam o jogo. Assim não pode ser. O Cardozo anda ali parece um cadáver, não se mexe nem com o vento. Falta um pensador...por mim tirava o Cardozo e punha o Aimar. Sinceramente, não percebi esta escolha do Quique...é bom treinador mas às vezes tem umas aproximações muito perigosas ao Koeman, o que não augura nada de bom. Se corrermos e lutarmos tanto como o Nacional, de certeza que ganhamos o jogo por mais que um golo. Espero que a atitude mude para a segunda parte.

Apontamentos

Gostava de fazer dois apontamentos sobre dois guarda redes, que, por motivos diferentes, acho que merecem uma nota de destaque. Tantas vezes posta à margem, a classe dos Guarda Redes é muitas vezes subvalorizada, uma vez que ou são bestas ou são bestiais. No entanto, quero destacar aqui duas figuas que têm sido bestiais.

Em primeiro lugar, destaque merecidíssimo para Boris Peskovic, o guarda redes eslovaco da Académica. Diga-se que não é fácil não saber uma única palavra em português e assumir logo a titularidade da baliza de uma equipa da Primeira Liga. Depois de um início algo titubeante, Peskovic tem vindo a subir de nível, e realizou, neste fim de semana, contra o Sporting, uma exibição de encher o olho. Com uma mão cheia de defesas impossíveis e vistosas, Peskovic ajudou a sua equipa a agarrar o nulo, recorrendo a todos os meios para travar o autêntico massacre leonino à baliza dos estudantes. O que dizer àquela defesa já no tempo de descontos em que a bola, depois de ter partido dos pés de João Moutinho, sofre um desvio num jogador da Académica, mudando completamente de trajectória, conseguindo o guarda redes da Académica ir buscar a bola num ângulo quase impossível, quando segundos antes estava a atirar-se para o lado contrário? Absolutamente espectacular.

Noutro campeonato, neste caso na Série A italiana, palavra de apreço para Alex Manninger, guarda redes da Juventus, que tem vindo a substituir o "todo poderoso" Gianluigi Buffon, que padece de uma lesão duradoura, não jogando desde o início do campeonato, só podendo voltar aos relvados em 2009. Manninger, guarda redes austríaco, suplente da sua selecção no Euro 2008, tem vindo a fazer esquecer o gigante italiano, realizando exibições soberbas, mostrando uma enorme confiança e segurança, sendo preponderante para a óptima campanha da Juventus tanto a nível interno, como europeu. Tem vindo a mostrar que é um guarda redes capaz de jogar em qualquer equipa de grande nível, assim como de assumir as redes do seu país. Uma agradável surpresa.

sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008

Lendas do Futebol Moderno III




Gheorghe Hagi

O Maradona dos Cárpatos. Acho que esta alcunha diz tudo sobre Gica Hagi. Um jogador fenomenal. Um nº 10 como já não existe nem há perpectivas próximas de existir. Com a bola permanentemente colada ao pé, parecia que esta fazia parte do seu corpo. Colocava-a onde queria, através de passes milimétricos ou aberturas que rasgavam as defesas contrárias de uma forma soberba. Sempre mal disposto, conflituoso, combativo, era isso que lhe dava magia, que o fazia inigualável. Foi considerado o melhor jogador da história do futebol romeno, em cuja selecção sempre foi o leme, guiando a Roménia na brilhante campanha no Mundial de 1994. Nessa selecção despontavam também outros grandes nomes, como Dan Petrescu, Gica Popescu, Dorinel Munteanu, Ilie Dumitrescu, Florin Raducioiu...que equipa!

Foi nesse Mundial que Hagi marcou um dos mais belos golos ocorridos num Mundial de Futebol. No jogo Roménia-Colômbia, que os romenos venceram por 3-1, Hagi, a 35 metros da baliza colombiana, descaído para o lado esquerdo do ataque, vê Córdoba mal posicionado, pois estava ligeiramente adiantado, e faz-lhe um chapéu perfeito, digno de figurar nos anais da história do futebol. E quem não se lembra do golaço de Hagi, na mesma competição, agora nos oitavos de final, contra a Argentina (que a Roménia venceu por 3-2)? Foi sem surpresas que Hagi figurou de pleno direito no Onze Ideal do Campeonato do Mundo.

Participou em três Mundiais (1990, 1994 e 1998) e em três Europeus (1984, onde defrontou Portugal, 1996 e 2000), sempre em grande nível. Mas não foi só na selecção romena que Hagi espalhou todo o seu talento. Jogou no Real Madrid, no enorme Barça de meados dos anos 90, e foi figura de proa do Galatasaray. Pelo meio passou por equipas como o Brescia, ou o Steaua Bucuresti.

Um génio! O Maradona europeu.

terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

Os Jogos da Minha Vida (2º Lugar) / Portugal-Inglaterra 3-2 (Euro 2000)



Em segundo lugar dos jogos que mais me marcaram, está o famosíssimo Portugal-Inglaterra do Euro 2000, disputado em Eindhoven, no Phillips Stadion, em 12/06/2000. Foi a primeira vez que ia morrendo a ver um jogo de futebol, tamanha foi a emoção vivida ao longo dos 90 minutos. E que 90 minutos!!!

Portugal iniciava "a doer" o Euro 2000, num grupo que, além da Inglaterra, continha outras selecções de valor, como a Roménia e a (supostamente) poderosa Alemanha. Lembro-me que nesse dia acordei logo a pensar no jogo, já estava com o nervoso miudinho próprio das grandes competições. E nesse ano, a Inglaterra tinha uma equipa temível, com jogadores como Tony Adams, Paul Scholes, David Beckham, Alan Shearer, Michael Owen, Steve McManaman, entre muitos outros. Portugal também não lhe ficava atrás, com jogadores como Figo, João Pinto, Rui Costa, Fernando Couto, Vítor Baía, e jogadores menos mediatizados mas em grande forma, nessa época, como Nuno Gomes ou Vidigal.

Começámos o jogo praticamente a perder: aos 2 minutos cruzamento teleguiado de Beckham para a cabeça do (baixinho) Scholes...a bola bate na barra e entra perante um Vítor Baía sem hipótese e boquiaberto com a enorme falha de marcação dos centrais portugueses. Portugal reagiu bem, já que logo a seguir Rui Costa obriga Seaman a uma defesa apertadíssima, desviando a bola para canto após um forte remate de fora da área. Logo de seguida, João Pinto desperdiça um golo feito, com uma cabeçada que leva a bola a embater na relva antes de sair por cima da baliza inglesa. Portugal dominava, mas as situações de perigo rondavam as duas balizas. Até que aos 18 minutos, a Inglaterra volta a marcar: mais um excelente cruzamento de Beckham, mais uma vez do lado direito do ataque, para o segundo poste, onde aparece McManaman a desviar para o fundo das redes... Nessa altura sinceramente que dei o jogo por perdido. Lembro-me que fiquei mesmo muito desiludido, mas tinha uma réstia de esperança que me forçou a não desligar logo ali a TV.

Portugal continuava a atacar, até que reduz a vantagem, através de um golaço do grande Luís Figo, que com um remate de fora da área, que ainda tabela ligeiramente em Adams, deixa Seaman especado a olhar para a bola enquanto esta se aloja no ângulo superior direito da baliza inglesa. Era o 1-2 e festejei o golo com raiva! Afinal estávamos a jogar bem e com esse golo acreditei que era ali o ponto de reviravolta. E foi mesmo! Passado pouco tempo, depois de estar cerca de 1 minuto seguido com posse de bola, Portugal empata a partida. Rui Costa, do lado direito do ataque, cruza para João Pinto, que, numa entrada de rompante, com um salto de peixe, cabeceia para um golo deslumbrante, deixando os ingleses incrédulos. A casa veio abaixo! Até na rua se ouviam os festejos! A partir dali, tinha a certeza que só podíamos ganhar... Fomos para o intervalo com o marcador em 2-2.

Portugal continuou a dar uma banho de bola aos bifes, mas daqueles banhos de bola que merecem vir nos livros. Era uma questão de tempo até Portugal marcar o terceiro e dar a reviravolta. Sensivelmente a meio da segunda parte, Rui Costa, com um passe magistral, isola Nuno Gomes, que, mesmo com Adams tentando atrapalhar, marca o 3-2!! Um golo de raiva, festejado efusivamente pelos jogadores, pelos adeptos que estavam no estádio, e por todos os portugueses que acompanhavam o jogo pela TV!

Na minha opinião, a Selecção Nacional nunca jogou um futebol tão bem jogado, tão rendilhado e ao mesmo tempo eficaz, como o fez no Euro 2000. Até hoje, foi o melhor futebol jogado de sempre por parte de Portugal. E este jogo foi sem dúvida o mais perfeito da história do futebol português...que banho meus senhores, mas que banho!!

segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

Jovens promessas III




Sebastian Giovinco

Idade : 21 anos - 26 de Janeiro de 1987

Clube : Juventus

Nacionalidade : Italiana


Uma estrela. Bastava dizer isto para o classificar.
Jogador semelhante a Robinho, com futebol muito fluido e corrido pelo campo. Excelente toque de bola, e com uma condução da mesma a ultrapassar a escala.
Tem um dom em ambos os pés, embora seja mais forte com o pé esquerdo.

Jogador com velocidade, inteligência, e muito lutador. Gosta do confronto directo, e parte em finta e drible contra dois ou três adversários se for preciso, tentando descortinar uma situação perigosa se ultrapassar os defesas, mas se vê que não consegue, não força e é capaz de passar a bola para salvar a jogada. Enquanto um jogador como o Cristiano Ronaldo, é capaz de insistir em fintar todos se for essa a sua vontade, Giovinco tendo a mesma capacidade para fintar e driblar, já é um jogador mais maduro e capaz de analisar a situação e as suas opções.

Não deixa de ser um jogador extremamente dotado e combativo no um para um, mas é capaz de ser mais analítico na situação em que se encontra, e se descobrir uma solução melhor, opta por essa.
Muito boa capacidade de passe, bom remate, muito forte nas jogadas de combinação 1-2 porque tem boa mobilidade e desmarcação.

Um jogador quase completo, visto que é relativamente bom nas bolas paradas, e em geral num pouco de tudo, sendo que talvez tenha como ponto fraco o jogo aéreo visto ser um jogador de baixa estatura, algo comum na posição que desempenha de extremo.
Essa é a sua posição natural, extremo esquerdo, mas facilmente desempenha o papel de avançado à semelhança de Robinho, ou ainda o papel de armador de jogo no centro do terreno em caso de necessidade, visto ter um bom passe e cabeça para armar jogo.
Não tenho dúvidas que em breve seja apontado como um dos melhores extremos de todo o mundo.

quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

Jovens promessas II



TONI KROOS

Idade : 18 anos - 4 de Janeiro de 1990

Clube : Bayern Munique 19 jogos 0 golos (Bundesliga)

Nacionalidade : Alemã

Muitos queriam vê-lo como um 10, muitos ainda o tentam ver como tal, outros tantos partilham outra opinião.
Eu tenho outra opinião sobre este jogador. Dizem ser o sucessor de Michael Ballack, eu discordo, e vejo Toni Kroos como um extremo inconformado, tentado e forçado a jogar pelo centro do terreno. A verdade é que poderia desempenhar o papel de extremo com relativa facilidade.

A verdade é que este jogador actua preferencialmente pelo centro do terreno, mas quem se der ao trabalho de observar o seu modo de jogar, e os passos dados em campo, observa que apesar de se mover pelo centro do terreno, a isso é forçado por ter sempre alguém a ocupar os extremos, e a sua única saída é puxar o mais possível à esquina da área. Quando a maioria dos jogadores que actuam a numero 10 fazem uma linha certa nas incursões pelo terreno de jogo, outros começam num posição mais saída para as laterais e acabam por fazer uma diagonal na aproximação à área flectindo para o centro desta.

Toni Kroos faz o contrário. Vem do centro e abre o jogo para as laterais para dai fazer as suas assistências. Mesmo quando foge com a bola controlada pelo terreno, têm uma certa tendência para puxar para um dos lados e chutar cruzado.
Este é só um pequeno apontamento porque não o vejo como um 10, o mais relevante de todos os apontamentos, é que Kroos não desempenha mesmo essa função, por vários motivos.

Primeiro não é um jogador que temporize as jogadas, é um jogador de "cavalgadas" pelo terreno, gosta de subir, e não têm muito o hábito de fazer render o tempo, segurar bola e armar jogo. Toni Kroos é uma espécie de segundo avançado, e quando jogam com dois avançados ou pontas de lança de raiz, Toni Kroos é uma espécie de terceiro avançado para dar assistência.

Gosta de combinar toques rápidos para entrada de rompante na área, é capaz de conduzir a bola do meio campo para o ataque, e essa deve ser das únicas características de 10 que tem, mas se formos a ver quando o faz, normalmente só tem mais um ou dois companheiros na linha da frente, ou seja faz a transição meio campo para o ataque, mas não espera por ninguém.
Tem um poderoso remate de media-longa distância, e uma qualidade de passe excepcional, muito forte nos cruzamentos e também é um jogador com uma velocidade razoável.

Podem comparar o rapaz ao Ballack, tanto como o podem comparar ao Mehmet Scholl, ou um Christian Ziege numa posição mais central do terreno.

Semana Europeia

Quando ainda falta cumprir a última jornada da Taça UEFA e o destino dos clubes portugueses está quase traçado, ficou já concluída a primeira fase da Liga dos Campeões, com FC Porto e Sporting conseguirem a proeza de pela primeira vez colocarem dois clubes portugueses nos oitavos de final.
Para a última jornada quase nada restava a saber a não ser a qualificação de Chelsea e Roma no Grupo A, o acompanhamento do Panathinaikos ao Inter no Grupo B e os acertos nas lideranças dos demais grupos.
Embora estejamos longe de imaginar qual será o vencedor da Champions, muitos olhares podem ser lançados sobre esta primeira mostra. Os clubes ingleses demonstram que são os mais capacitados a ganhar a competição, sendo que para mim Man.Utd, Liverpool e Chelsea estarão melhor apetrechados e preparados para enfrentar o que se segue. De resto, apenas creio que Barcelona(esta época a demonstrar grande força) e Inter(desde que não mostre a paupérrima qualidade de jogo e atitude que teve nesta fase) podem bater o pé ao poderio inglês. E atenção que Villarreal e sobretudo o Atlético de Madrid serão certamente quebra-cabeças(Man.Utd e Liverpool que o digam). De resto, Bayern e Lyon serão incógnitas, embora tudo esteja dependente do sorteio a realizar no dia 19 de Dezembro.
A finalizar, esperava mais de Fiorentina e Zenit, embora estivessem em grupos complicados e uma palavra de apreço pela forma como Bate Borisov, Cluj e Anorthossis, em estreia na Champions, abrilhataram de certa forma a competição.

The show must go on...